24 de fevereiro de 2024

Jundiaí /SP

Sete de setembro na Diocese de Jundiaí

Neste dia 7 de setembro a Diocese de Jundiaí celebrou “O Grito dos Excluídos” na Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens e Santo Antônio de Pádua, em Louveira.

Presbíteros, diáconos, religiosos (as), fiéis leigos vindos de várias localidades da Diocese, e representantes das Pastorais Sociais e Movimentos eclesiais reuniram-se para denunciar as diferentes formas de injustiça social e anunciar sinais de esperança, de unidade e de organização.

O 13º Grito dos Excluídos Diocesano começou com celebração eucarística presidida por Dom Arnaldo Carvalheiro Neto, Bispo Diocesano.

Na homilia, Dom Arnaldo lembrou que mesmo após 200 anos de independência, convivemos com desigualdades gritantes e refletiu sobre os sete pecados sociais, a partir do pensamento de Mahatma Gandhi: “riqueza sem trabalho, prazeres sem consciência, conhecimento sem sabedoria, comércio sem moral, política sem idealismo, ciência sem humanismo e religião sem sacrifício”.

O Bispo concluiu dizendo que “O seguimento de Jesus pressupõe a opção de viver conforme o Evangelho e suas consequências, colocarmo-nos a serviço de nossos irmãos e irmãs mais necessitados, e de estarmos preparados para os momentos de críticas e perseguições, assim como aconteceu com nosso Senhor Jesus Cristo”.

A Santa Missa foi concelebrada pelos padres Carlos Rafael Casarin, Pároco local, Antônio Carlos dos Santos, Coordenador Diocesano da Ação Evangelizadora; Silvio Andrei Rodrigues, Assessor Político e de Imprensa da Diocese; Norberto Savietto, Assessor Eclesiástico da Pastoral Fé e Política; João Batista Carvalho, Pároco da Paróquia Senhor Bom Jesus; Padre Paulo Eduardo Ferreira de Souza e Lupércio Batista Martins, respectivamente reitores do Seminário Diocesano Núcleos de Filosofia e Teologia e do Propedêutico; João Luiz Dias, Pároco da Paróquia Santo Antônio de Pádua (Engordadouro); Joaquim de Souza Filho, Presidente da Cáritas Diocesana.

Após a celebração, no salão paroquial, que foi o local reservado para as manifestações, alguns presbíteros, religiosos (as) e membros de Pastorais e Movimentos, se revezaram na apresentação de vários temas de interesse social, como por exemplo o acolhimento e solidariedade para com as pessoas necessitadas, para com os imigrantes e para com os que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Também foram abordadas questões como insegurança alimentar, especialmente das crianças e gestantes, em acordo com a Campanha da Fraternidade 2023, e a importância da Formação do laicato, na busca de maior conhecimento para melhor agir na evangelização e transformação social, seja como agentes ativos nos Conselhos Municipais de Políticas Públicas e ou no acompanhamento do serviço do Sistema Único de Saúde (SUS).

É relevante destacar que o Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, que nasceu há 29 anos com o objetivo de integrar pessoas, grupos, entidades, Igrejas e Movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. A iniciativa incentiva e chama a população para descruzar os braços e lutar por melhorias sociais, por seus direitos.

Colaboração: Dolaine Regina de Sousa Coimbra Santos

 

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