23 de junho de 2024

Jundiaí /SP

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Seja um dizimista!

“Dai e vos será dado: uma medida boa, calcada, sacudida e transbordante será colocada no vosso colo, pois com a medida com que medirdes, será medido para vós” (Lc 6,38).

O apelo que São João Batista faz ao povo é para que convertam o coração. A conversão se transforma em preocupação com os irmãos e irmãs e, consequentemente, gera a partilha. Conversão e partilha configuram a comunhão da Igreja, vivida e experimentada em comunidade. A comunhão gera atitudes de cuidado e solidariedade: “Quem tiver duas túnicas, reparta com que não tem, e quem tiver comida, faça o mesmo!” (Lc 3,11).

O Dízimo é o reflexo da conversão, partilha e comunhão. De forma miraculosa, Jesus nos mostra que a partilha é a grande solução para a multidão: “Então ele tomou os cinco pães e os dois peixes e, olhando par o céu, abençoou-os, partiu-os e os deu aos discípulos, para que os distribuíssem à multidão. Todos comeram e ficaram saciados. E ainda se recolheram doze cestos dos pedaços que sobraram” (Lc 9,16-17).

A fé em Jesus exige o desapego e a partilha: “Todos os que abraçavam a fé, viviam unidos e possuíam tudo em comum” (At 2,44). Essa mudança de vida também é recordada pela Igreja no Concílio Vaticano II: “requerem-se muitas reformas na vida econômico-social e uma mudança de mentalidade e de hábitos por parte de todos” (Gaudium et Spes, 63).

 

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