16 de janeiro de 2022

Jundiaí /SP

“Que o Senhor nos capacite a sermos fiéis ao seu chamado!” (Dom Vicente Costa)

Atividades da 8ª Assembleia na tarde do sábado, 27 de novembro

Juntos, os Pilares da Caridade e da Ação Missionária formam
o caminho para uma Igreja realmente em missão, capaz de criar vínculos de fraternidade

Com a oração da Hora Média, as atividades da tarde deste sábado, foram retomadas em Itaici.

Na fé cristã, a verdadeira espiritualidade está centrada na capacidade e no gesto concreto de amar à Deus e ao próximo. Neste sentido, a reflexão sobre o Pilar da Caridade tratou das questões sociais, da defesa da vida, que devem ser enfrentadas pela Igreja como serviço e busca da justiça e do bem comum.

“Anunciar Jesus não é ignorar os desafios de violência, das injustiças sociais, dessa forma, a caridade cristã deve animar a vida dos fiéis leigos”, lembrou o padre Norberto Savieto.

Nesse sentido, as propostas apresentadas e que foram avaliadas pela Assembleia foram as seguintes:

3-Pilar da Caridade: Viver a dimensão essencial da caridade da fé cristã, assegurando que todos, principalmente os que mais sofrem, tenham vida plena e digna.

3.1-Formação:

Promover encontros para os Agentes das Pastorais Sociais, a partir do Evangelho e da Doutrina Social da Igreja, favorecendo a participação dos Diáconos Permanentes e dos jovens nas formações e atividades caritativas;

Favorecer os nossos seminaristas uma formação sólida da Doutrina Social da Igreja.

 3.2-Pastorais Sociais:

Incentivar a criação das várias Pastorais Sociais em todas as Paróquias da Diocese;

Garantir o papel do Fórum Diocesano das Pastorais Sociais, divulgando as suas atividades;

Criar espaços nas Paróquias para atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade, sobretudo neste tempo de pós-pandemia;

Apoiar a Cáritas Diocesana e incentivar a criação de outros Núcleos da Cáritas por cidade ou Paróquia;

Valorizar as ações sociais nas Paróquias, nas Regiões Pastorais e na Diocese no Dia mundial dos Pobres;

Criar redes de atendimento Interparoquial (por cidades ou Regiões Pastorais) junto com o poder público, realizando um cadastro único das pessoas assistidas pelos programas existentes de ajuda solidárias;

Incentivar a participação dos leigos(as) nos Conselhos Municipais Paritários;

Assumir em toda a Diocese e projeto “Monumento da Misericórdia” possibilitando a construção da Fazenda da Esperança, na cidade de Itu.

3.3- Recursos Financeiros:

Assegurar os necessários recursos para as ações sociais da Diocese e das Paróquias, destinando inclusive parte do Dízimo Paroquial para esta finalidade.

Após ouvir as considerações dos presentes, as sugestões foram consideradas e votadas, devendo constar no documento final que será apresentado oportunamente.

 “Não se vive a missionariedade sem missão” 

Diante da atual realidade, evangelizar é um dos principais desafios da Igreja e considerando que a fé cristã é eminentemente missionária, a Diocese de Jundiaí propôs a concretização das propostas que seguem visando o fortalecimento da ação missionária.
“Que o Senhor nos capacite a sermos fiéis ao seu chamado!”, disse o Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa.

4-Pilar da Ação Missionária: tornar a Igreja em estado permanente de missão.

4.1- Formação e Articulação Missionária

Redefinir o papel da Comissão Missionária Diocesana (CMIDI) e da Comissão Missionária Paroquial (COMIPA) junto com os Conselhos Regionais e Paroquiais da Ação Evangelizadora (CRAEs e CPAEs), para que se realize uma ação missionárias em comum;

Priorizar a família e a Pastoral Familiar Diocesana na Missão;

Formar a Pastoral (o ministério) de Escuta e de Aconselhamento como meio eficaz da Missão;

 4.2- Grupos Missionários de Evangelização (“Grupos de Rua”)

Adotar uma nomenclatura para os assim chamados “Grupos de Rua”, identificando-os como “Grupos Missionários de Evangelização”;

Criar uma Coordenação Diocesana para acompanhar e articular esses Grupos.

 4.3- Ajuda Solidária entre as Paróquias

Incentivar a criação de um Projeto de Paróquias -Irmãs na Diocese que possibilite o intercâmbio de pessoas para os serviços ministeriais, bem como a manutenção financeiro das comunidades mais carentes.

Com grande participação presencial e também à distância, as sugestões para alterações do texto foram votadas.

A sessão realizada na tarde deste sábado, além da avaliação e aprovação das Indicações Pastorais, abriu espaço para a apresentação da Novena de Natal 2021 em versão digital. O Padre Venilton Calheiros, autor do subsídio trouxe a novidade para a Assembleia exortando a todos a se reunirem para celebrar o Natal em família, nas comunidades, nas paróquias. Os participantes receberam um exemplar do Encarte da Novena. Em breve, no site e nos canais oficiais da Diocese estarão disponíveis os encontros  no formato em vídeo.

Outra novidade é a mudança no nome dos Grupos de Rua, que agora serão chamados “Grupos Missionários de Evangelização”.

Os trabalhos deste sábado  na 8ª Assembleia Diocesana de Pastoral contaram com uma metodologia de aprofundamento e debates dos pilares da ação evangelizadora.

Os participantes estudaram os quatro pilares em dois blocos pela manhã e tarde; dois por período. O Grupo de Jovens Cefas, de Cabreúva, e o Grupo de jovens da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, de Itu, motivaram as reflexões com breves encenações.

As propostas para uma nova organização das atividades evangelizadoras da Diocese de Jundiaí buscam alcançar as diversas realidades do povo de Deus.

As atividades do segundo dia da 8ª Assembleia Diocesana de Pastoral terminaram com celebração da Palavra e coroação de Nossa Senhora, momento em que o Povo de Deus pediu a intercessão, proteção e auxílio da Virgem Maria.  Dom Vicente encerrou  “para sermos missionários temos que seguir o sim e o exemplo de Maria. Que Maria seja rainha da nossa vida, do nosso ministério, do serviço que temos na Igreja. Que sejamos discípulos apaixonados do seu filho Jesus. Assim seja”.

 

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