23 de julho de 2021

Jundiaí /SP

Memória Diocesana

 

Na foto, da esquerda para a direita: Em pé – Domingos Sávio (falecido), que foi ordenado diácono transitório; Benedito Pedro Toledo de Oliveira; Julio Eymael (falecido); Francisco Aguirra; José Brombal (viúvo, foi ordenado presbítero após alguns anos); Maury Antônio Pinto; Nivaldo Ferrari; Carlos Alberto Pomilio. Sentados: João Mota Navarro (falecido) , Hilário Tomelin , Antonio Barcelides Cruchello, Mário Vicente (falecido); Dom Amaury Castanho; Celso Arantes; Irmão Joel (falecido, Salvatoriano, depois presbítero).

 

Há 30 anos, dentro das comemorações do Jubileu de Prata de Instalação da Diocese de Jundiaí, no dia 9 de dezembro de 1990, o então Bispo Diocesano, Dom Roberto Pinarello de Almeida, ordenou oito diáconos permanentes.

A celebração reuniu milhares de fiéis católicos diocesanos no Ginásio de Esportes Dr. Nicolino de Lucca, o “Bolão”, em Jundiaí.

Foram ordenados para os serviços da Igreja:

Diácono Permanente João A. Mota Navarro – Paróquia Nossa Senhora da Candelária – Itu

Diácono Permanente Francisco Terra de Aguirra – Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Jundiaí

Diácono Permanente Maury Antônio Pinto – Paróquia Senhor Bom Jesus – Jundiaí

Diácono Permanente Nivaldo Ferrari – Santuário Dioc. Nossa Senhora Aparecida – Jundiaí

Diácono Permanente Antonio Barcelides Cruchello – Paróquia São Benedito – Salto

Diácono Permanente Mário Vicente – Paróquia Nossa Senhora de Monte Serrat – Salto

Diácono Permanente Carlos Alberto Pomilio – Paróquia Cristo Redentor – Várzea Paulista

Diácono Permanente Hilário Tomelin – Paróquia Santo Antônio – Várzea Paulista

O diaconado permanente define-se como sacramento de Cristo Servo e como expressão da Igreja servidora” (Doc. 96 – CNBB).
De fato, os diáconos, sendo um dom de Deus à sua Igreja, são marcados pelo caráter do serviço e gratuidade/voluntariado.
A missão vocacional do diácono permanente surge em Atos dos Apóstolos, nos quais discutiam: “não está certo que nos descuidemos da Palavra de Deus para servir às mesas”; o crescimento das comunidades gerava tensões e conflitos internos. Muitos pobres não estavam sendo bem atendidos. Então os Doze convocaram uma assembleia e apresentaram uma solução concreta: descentralizar os serviços, escolhendo novos ministros. A comunidade aderiu à ideia, realizando uma eleição, na qual os Doze confirmaram os eleitos mediante a imposição das mãos.
Surge assim uma nova organização na comunidade, o grupo dos Sete Diáconos (cf. At 21,8).

Atualmente, o ministério diaconal é exercido, segundo as Diretrizes para o Diaconato Permanente da Igreja no Brasil e pelo Diretório Diocesano para o Diaconado, em três âmbitos: o serviço da Liturgia exercido pelo diácono na celebração dos sacramentos, Batismo e Matrimônio, na presidência das celebrações da Palavra e nas orações, nutrindo-se constantemente da Eucaristia; o serviço da Palavra, pelo qual o diácono se torna discípulo, ouvinte, servidor e mensageiro da Palavra, da Bíblia Sagrada; e o serviço da Caridade, pelo qual o diácono assume a opção preferencial e evangélica pelos pobres, marginalizados e excluídos da sociedade, sendo este âmbito o maior deles!
O diácono permanente é o único que tem a graça de viver a dupla sacramentalidade, ou seja, da Ordem e do Matrimônio. Um não elimina o outro.
A vida matrimonial é, portanto, vivida em sua plenitude. Por esta a razão a esposa e os filhos precisam autorizar, por escrito, sua ordenação.

Assim, no que se refere à vocação, à formação, à vida e ao ministério do diácono permanente, “os diáconos são ordenados para o serviço da Palavra, da caridade e da liturgia, também para acompanhar a formação de novas comunidades eclesiais (…). Pelo testemunho de vida doada à missão, incorporados a Jesus Cristo, servo e servidor, por meio do sacramento da ordem, devem revelar a dimensão especial da diaconia do ministério ordenado, ajudando a construir um mundo mais de acordo com o projeto de Deus”.

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp

CÚRIA DIOCESANA
DE JUNDIAÍ

Rolar para cima