15 de agosto de 2022

Jundiaí /SP

Hoje termina o Ano dedicado a São José

Por meio da Carta Apostólica Patris corde (Coração de pai)  o Papa Francisco instituiu o ano 2021 como Ano de São José, padroeiro da Igreja. A razão para a iniciativa está no próprio documento: “aumentar o amor por este grande Santo, para nos sentirmos impelidos a implorar a sua intercessão e para imitarmos as suas virtudes e o seu desvelo”.

Este ano especial termina hoje, dia 8 de dezembro, Festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora quando, com uma celebração no Vaticano, ocasião em que será concedida indulgência plenária aos fiéis.

No Ano de São José, que meditamos sobre a vida do pai de Jesus, muitos fiéis católicos passaram a conhece-lo mais e entenderam a sua importância na História da Salvação. Para alguns, São José era um desconhecido ou apenas um “santo forte a quem pedir milagres”. Esse ano ajudou a encontrar em São José o testemunho de um homem que, despegado de si mesmo, em tudo aderiu à vontade de Deus.

Mais do que estimular a veneração a S. José, o Papa buscou evidenciar – de forma paterna, sensível e criativa, como é próprio do seu estilo – as diferentes facetas paternais do santo.  São sete os aspectos de São José elencados por Francisco na Carta: o pai amado, o pai na ternura, o pai na obediência, o pai no acolhimento, o pai com coragem, o pai trabalhador e o pai na sombra. 

O Papa evidencia ainda o São José trabalhador. “A pessoa que trabalha, seja qual for a sua tarefa, colabora com o próprio Deus, torna-se em certa medida criadora do mundo que a rodeia.” Nesse sentido, é especialmente importante o fato de que, no início da carta, o pontífice chama a atenção para o trabalho silencioso de muitos profissionais que têm arriscado a própria vida para servir a comunidade durante esse período de pandemia. São verdadeiros heróis que, a exemplo da figura humilde de S. José, não ganham as páginas dos jornais, mas cujo trabalho é indispensável para a sociedade.

Por fim, Francisco salienta que a figura de José é um “pai na sombra”, isto é, que não toma posse de seu filho, mas que o ajuda a encarar a realidade da vida com naturalidade e liberdade. Por isso, diz o Papa, o amor evangélico testemunhado por José é “castíssimo”. “Um amor só é verdadeiramente tal quando casto”, isto é, livre e que não só permite a liberdade do outro como também não faz de quem ama realmente o centro das atenções.

São José nos ajude a amar mais e a servir mais Nosso Senhor Jesus Cristo.

Viva a Imaculada Conceição, viva São José!!!

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