21 de outubro de 2021

Jundiaí /SP

Formação de Liturgia – CNBB Sul 4

Este vídeo propõe-se refletir, de modo sucinto, sobre uma expressão muito usada, antes da pandemia, como resposta aos casais de segundas núpcias e, agora, apresentada como “solução” pastoral para o momento de crise: a “comunhão espiritual”. Por “comunhão espiritual”, ou “comunhão de desejo”, ou ainda “comunhão virtual”, se entende aquela comunhão que se realiza num contexto de impossibilidade da comunhão sacramental. Essa impossibilidade de realizar a comunhão eucarística, comendo e bebendo o pão e o vinho consagrados, geraria a possibilidade de se comungar espiritualmente, isto é, prescindindo da manducação (ato de comer e beber) – esta é a tese, de histórico detalhado e intricado. Por isso é importante questionar: o que essa expressão quer dizer? E, ainda: como, em grandes linhas, ela surge na história da Igreja e como compreender isso no momento da pandemia, quando estamos impossibilitados de nos reunir para a ceia do Senhor?

 

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