16 de outubro de 2021

Jundiaí /SP

“A vida é a VIDA, defende-a” (Madre Teresa de Calcutá).

Neste dia 8 de outubro, a Igreja celebra o Dia do Nascituro, dia de celebrar o valor inviolável da dignidade da vida humana, do seu início até o seu fim, “pois a Igreja, fiel ao Evangelho de Jesus Cristo, tem a missão de defender, valorizar e promover a vida em todos os instantes de toda a sua existência, desde a concepção até a morte natural” (Dom Vicente Costa, O VERBO 441 – 1ª Quinzena-Outubro/2015).

Nestes tempos de tanta banalização da vida, numa sociedade marcada por uma mentalidade que considera legítimo descartar vidas humanas, quando são percebidas como peso e inúteis, e as vidas indefesas e desprotegidas são eliminadas pelos mais fortes, todo cristão deve tomar para si o compromisso de lutar pela vida como também pela dignidade e pela integridade da pessoa humana, pois a vida é um dom de inestimável valor, fruto do amor gratuito e infinito do Deus da Vida.

É preciso anunciar, celebrar e servir o Evangelho da Vida.

Rezemos pela vida!

Virgem e Mãe Maria,

Vós que, movida pelo e respeito, acolhestes o verbo da vida na profundidade da vossa fé humilde, totalmente entregue ao Eterno, ajudai-nos a dizer o nosso “sim” perante a urgência, mais imperiosa do que nunca, de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus.

Vós, cheia da presença de Cristo, levastes a alegria a João Batista, fazendo-o exultar no seio de sua mãe.

Vós, estremecendo de alegria, contastes as maravilhas do Senhor.

Vós, que permanecestes firme diante da Cruz com uma fé inabalável, e recebestes a jubilosa consolação da ressurreição, reunistes os discípulos à espera do Espírito para que nascesse a Igreja evangelizadora.

Alcançai-nos agora um novo ardor de ressuscitados para levar a todos o Evangelho da vida que vence a morte.

Dai-nos a santa ousadia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga.

Vós, Virgem da escuta e da contemplação, Mãe do amor, esposa das núpcias eternas intercedei pela Igreja, da qual sois o ícone puríssimo, para que ela nunca se feche nem se detenha na sua paixão por instaurar o Reino.

Estrela da nova evangelização, ajudai-nos a refulgir com o testemunho da comunhão, do serviço, da fé ardente e generosa, da justiça e do amor aos pobres, para que a alegria do Evangelho chegue até os confins da terra e nenhuma periferia fique privada da sua luz.

Mãe do Evangelho vivente, manancial de alegria para os pequeninos, rogai por nós.

Amém. Aleluia!”

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