Experiência com Parto Humanizado trás peruanos a Jundiaí

Uma equipe de profissionais peruanos da área da saúde está em Jundiaí desde esta quarta-feira, 18 de abril. Eles vieram em busca de conhecimento a respeito da humanização de parto. O Peru, assim como o Brasil, apresenta um número elevado de cesarianas.

Na manhã desta quinta-feira dia 19, eles visitaram a Cúria Diocesana e participaram de uma palestra com o ginecologista e obstetra doutor Eurico Alonço Malagodi sobre o tema “Humanização do Parto”.

 

 

À tarde, eles estarão na Paróquia Nova Jerusalém onde participam de outro momento formativo. Eles ouvirão o testemunho do casal Eugênio e Patrícia e dos médicos que assistiram o nascimento da filha caçula do casal. Após quatro cesarianas, Patrícia, que sempre desejou ter um parto humanizado, engravidou e ganhou a pequena Laís Maria. A experiência do casal ganhou notoriedade quando eles publicaram em rede social o vídeo do nascimento da filha caçula, hoje com sete meses de idade.

A equipe é composta por médicos ginecologistas, um pediatra, uma doula (mulher que orienta e assiste a nova mãe no parto e nos cuidados com bebê) e casais.

Parto humanizado

 De acordo com a Organização Mundial da Sáude (OMS): “Humanizar o parto é um conjunto de condutas e procedimentos que promovem o parto e o nascimento saudáveis, pois respeita o processo natural e evita condutas desnecessárias ou de risco para a mãe e o bebê”.

 A forma como o processo é conduzido é a principal diferença entre os partos humanizado e normal. No primeiro tipo, o centro de tudo é a mulher. É ela quem dita o ritmo, sendo tratada com carinho e podendo estar até na companhia da família. O parto normal, ou vaginal, é diferente do humanizado já que há interferência médica. A mulher pode receber, inclusive, anestesia.

 

 

 

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