Subsídios à disposição dos bispos colaboram para o funcionamento dos trabalhos

Fruto do trabalho de preparação por parte do Secretariado Geral da CNBB, uma série de instrumentos de trabalho são entregues aos bispos que participam da  Assembleia Geral, em Aparecida. Há mais de uma semana, eles carregam nos ombros uma sacola devidamente preparada contendo um Guia, um extrato da legislação (Estatutos e Regimento) e um texto de trabalho do tema central para facilitar a participação de todos nas diversas atividades do encontro anual.

Guia

Opúsculo com 55 páginas traz todas as informações importantes para o acompanhamento dos trabalhos no período de 11 a 20 de abril. Na abertura, o pano de fundo para todo o trabalho que os bispos realizam, o objetivo geral da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil: “Evangelizar, a partir de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida, rumo ao Reino Definitivo“.

Em seguida, o Guia apresenta a pauta anteriormente aprovada pelos bispos do Conselho Permanente da CNBB. Neste anos, se discute como tema central as “Diretrizes para a formação dos presbíteros da Igreja no Brasil”. A discussão, nesta segunda semana de trabalho, já se encaminha para a reta final. Os bispos já avisaram que depois de todo o trabalho realizado nesta Assembleia, o texto será enviado para a Congregação para o Clero da Santa Sé e que, portanto, leva-se um tempo maior para se tornar um novo documento da Conferência.

O Guia também registra os temas prioritários: Relatório do presidente, apresentado no primeiro dia; assuntos de liturgia que estão sendo apresentado no correr dos trabalhos; informes da Comissão Episcopal para Textos Litúrgicos e para Doutrina da Fé; Além disso, informes econômicos que também já foram dados na semana passada. Os bispos também ouviram a análise de conjuntura a respeito da presença da Igreja na Cidade. E, por fim, analisaram um texto sobre novas comunidades e acompanharam os relatos da comissão presidida pelo Cardeal Raymundo Damasceno Assis que trata da reforma dos estatutos da CNBB.

Os horários, as comissões de trabalho e a formação de grupos de estudos contando já com as funções de cada bispos também podem ser encontrados no Guia. E, como nesta 56ª Assembleia se fazem eleições para a escolha de delegados para o próximo sínodo dos bispos, o Guia traz também nomeações para o processos eleitoral.

Regulamento das Assembleias Gerais

Para facilitar a compreensão de cada passo dado e o reto cumprimento das finalidades da CNBB, o livreto traz um estrato do Estatuto e do Regimento da Conferência. Do chamado documento 70, ou seja, os Estatutos da Conferência são apresentados dois capítulos: o capitulo 2º que trata das  Normas Gerais e o capítulo 4º que trata especificamente da Assembleia Geral.

Do Regimento da CNBB, os bispos presentes na Assembleia de Aparecida recebem, para consultas, o capítulo 3º que diz respeito às Normas Gerais e também, como nos Estatutos, o 4º capítulo sobre Assembleia Geral. Esse último lembra todo o processo do encontro: preparação, convocação e convites, direção e providências, temas e procedimentos, adaptações do procedimento padrão, normas para as eleições, reserva e divulgação, atas oficiais e dispositivos diversos.

Diretrizes para a Formação dos Presbíteros

O texto que os bispos têm nas mãos estes dias passa por diversas mudanças, a partir dos debates e das contribuições que cada participante pode oferecer. Trata-se de uma ferramenta de trabalho e isso quer dizer que não se pode divulgar conteúdo para que não se promova confusão na compreensão a respeito do texto que se tornará um documento oficial.

De toda maneira, pode-se dizer que o livreto preparado para essa 56ª Assembleia tem servido para orientar os participantes nas reuniões plenárias e de pequenos grupos quando a pauta é o tema central. O texto é volumoso. São 174 páginas de reflexão.

Na contracapa do material oferecido aos bispos uma marca que vai além do simples fato de ser estético, é um compromisso da Igreja no Brasil: “Ano Nacional do Laicato – Cristãos leigos e leigas, sujeitos na Igreja em saída a serviço do Reino”. Destaque também merece o trabalho realizado pela equipe das Edições CNBB que cuida de toda a parte de arte, de impressão e de logística do material oferecido aos bispos.

Fonte: cnbb.org.br

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